Dica de Quinta – I, Origins

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O olho humano. Praticamente único para cada pessoa, uma espécie de digital que nos diferencia completamente. Cada um com seu próprio universo dentro de si. Um universo único em cada olhar.

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Esse é o pensamento do Dr. Ian Gray, um cientista obcecado pelo padrão dos olhos que, junto com seus parceiros Karen e Kenny, procura uma ligação genética entre o olho do ser mais simples com o nosso, para comprovar a teoria da evolução. Entretanto, o verdadeiro motivo parece ser o de desacreditar a crença de um seu medo do desconhecido, do inexplicável.image

Durante sua pesquisa Ian conhece Sofi, uma modelo supersticiosa, ligada à religião e com um par um tanto incomum de olhos. Sofi é, provavelmente, o elemento mais importante da trama. Embora não apareça uma personagem feminina que foi romanceada durante a escrita, ela é uma engrenagem fundamental para o funcionamento do todo.

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Após alguns desencontros os dois começam um romance que coloca toda a história em movimento. Com isso, a ideologia de Ian começa a ser questionada (nunca por ele) o que causa conflito entre os dois. Porém, esse não é bem o rumo da história. Após um acontecimento trágico, sete anos se passam e Ian, que acabou se casando com Karen (sim, sua parceira de o com o de digitais.

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Assim, ele descobre uma íris idêntica as de Sofi, o que seria tecnicamente impossível. A partir daí que Ian começa a realmente se questionar, pois mesmo depois de conseguir a comprovação que procurava, ainda assim se depara com o espiritual.

Com o final que mais me emocionou e um enredo que faz os mais céticos repensarem suas crenças, I, Origins é um filme que explora muito bem a linha tênue entre ciência e religião.

 

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