Filme: Assassin’s Creed

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Hoje eu resolvi trazer uma resenha um pouco diferente para o blog, gostaria de dividir a minha experiência depois de assistir Assassin’s Creed. Eu sei que a estreia do filme já foi a algum tempo, porém a vida adulta e alguns compromissos me impediram de ir ver o filme no cinema quando aconteceu a sua estréia.

Algumas criticas me afastaram também de ver o longa com o passar do tempo, algumas pessoas falavam que era um filme sem final, não tinha uma história muito bem contada e que alguns elementos de luta nem eram tão bons assim. Porém neste último domingo a noite (24) eu acabei pegando o dvd do filme emprestado com o meu cunhado para tirar as minhas próprias conclusões e eis que eu amei o filme, mas já vou explicar os motivos.

Imagem retirada da internet

A muito, muito tempo eu venho jogando os jogos da franquia, não cheguei a zerar todos, mas lembro que eu passava muito tempo me divertindo com eles, os cenários são bem feitos e as pequenas histórias que você vai acompanhando durante o jogo, acabam somando e fazendo parte alguma coisa maior e isso pra mim é realmente fantástico.

Alguns elementos do filme também estão evidentes no jogo e também nos livros, a história dos Assassinos e dos Templários dentro de algum momento histórico são de tirar o fôlego. Sim é claro que eu sei que muito daquilo não foi verdade, até porque os Assassinos que realmente um dia existiram não eram a mesma coisa dos embelezados pelo jogo (tem até um vídeo sobre a Ordem do Assassinos feito pelo canal Nerdologia que explica um poucos sobre a história deles). Os Assassinos existiram do séc IX até o ano de 1256… Mas quem não acha fantástico ver nos jogos eles presentes em vários momentos históricos? É quase um livro escrito por Dan Brown.

O filme consegue trazer vários elementos dos jogos, o Animus por exemplo que é o lugar onde as pessoas ”atuais” são conectadas para entrar em contato com a história de algum antepassado que foi assassino, no filme ficou muito melhor do que no jogo. O Animus do filme é uma base onde a pessoa fica conectada e ela consegue simular os movimentos de luta que a pessoa está vivenciando após se conectar com a memória do seu antepassado, no jogo eles apenas ficam deitados em uma maca com fios conectados como se eles estivessem no psicólogo e a regressão acontecia.

Imagem retirada da internet

A cada luta presenciada por Callum Lynch e seu antepassado Aguilar de Nerja protagonizado por Michael Fassbender, para quem já jogou os jogos da série, era como se você estivesse conectado ao seu console e guiando o protagonista com a sequência de comandos no seu controle, definitivamente o filme vai ser melhor apreciado por quem já teve a oportunidade de estar dentro do mundo de Assassin’s Creed.

Mas o filme conta com sequência de eventos rápidos, fleshes e sobreposições do mundo real, com as visões que ele acaba tendo após estar conectado ao Animus que com certeza consegue entreter o telespectador. E a quanto a critica dele não ter um final? Bom nem os jogos tem um final, eles sempre acabam de uma forma onde acaba deixando uma janela aberta para novas histórias serem desenvolvidas tanto para avançar para os dias de hoje ou para explorar outros lugares e momentos do passado. Ele não é uma aula de história mas o seu papel de entreter eu achei bem satisfatório, adoro os jogos e o filme foi um produto a mais que eu pude consumir da franquia.

Sinopse: Callum Lynch (Michael Fassbender) descobre que é descendente de um membro da Ordem dos Assassinos e, via memória genética, revive as aventuras do guerreiro Aguilar, seu ancestral espanhol do século XV. Dotado de novos conhecimentos e incríveis habilidades, ele volta aos dias de hoje pronto para enfrentar os Templários. Versão para as telonas do game Assassin’s Creed.

 
 
 
 
 
 
 
 
Distribuidor: Fox Film do Brasil
Ano de produção: 2016
Tipo de filme: longa-metragem
 
Idiomas: Inglês, Espanhol

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Débora Santos Almeida

Autora de textos sobre automobilismo em especial sobre Fórmula 1, leitora voraz de livros de ficção científica, amante de Arthur C. Clarke e freqüentadora do restaurante do Douglas Adams!

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